Cometas Históricos

Cometas Históricos

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Conjunções planetárias, eclipses e Cometas, por muito, partilharam entre si a primazia dos presságios sinistros. Apesar que ainda hoje muitas comunidades ainda crerem nestas históricas, sabemos que são apenas crendices.

Os cometas seguintes são alguns do mais interessante do passado:

Entre os Cometas históricos, os mais memoráveis são os de:

Cometa de 1066 1066 - Conhecido como o Cometa de Guilherme, o Conquistador, já citado acima, quando este invadiu a Inglaterra e se nomeou novo rei, foi representado na tapeçaria da Rainha Matilde, em Bayeux, posteriormente redescoberto e nomeado de Halley;

1264, dizem, desapareceu no mesmo dia em que morreu o Papa Urbano VI;

1337, que Juvenal de Ursinos qualificou de ''sinal de grandes males futuros'';

1402, que associaram à morte de João Galeas Visconti, Duque de Milão;

1456 que lançou o terror em toda a cristandade, sob o pontificado de Calixto III, durante a guerra Turca;

1472, que precedeu a morte do irmão de Luís XI.

Outros lhes sucederam, e igualmente foram associados a guerras e catástrofes, e, principalmente, à idéia de aniquilamento final da Terra.

O Cometa de 1527 é apresentado por Ambrosio Paré e Simão Goulart como constituído de cabeças decepadas, punhais e nuvens sangrentas.

O de 1531 pareceu anunciar a morte de Luísa de Sabóia, mãe de Francisco I e a princesa compartilhou o erro comum, a respeito do malefício destes astros. ''Eis aí...'' - disse fitando-o do leito, através da janela - ''... um aviso que não parece mandado a pessoas de baixa condição. Deus no-lo manda para nos advertir. Preparemo-nos para morrer.''

Mas, de todos os Cometas, o famoso, batizado de Carlos V, foi o mais digno de ser registrado. Fora ele identificado como sendo o mesmo de 1624 e prenunciado para 1848, porém não reapareceu.

Os Cometas de 1577, 1607, 1652 e 1665, foram motivo de infindáveis discussões. Foi o último destes Cometas que o Rei Afonso VI de Portugal, colérico, mandou um tiro de pistola, com as mais ridículas ameaças!

Por ordem de Luís XIV, o Rei Sol, Pedro Petit publicou um manual contra os descabidos terrores originados pelas aparições dos Cometas. Desejava o grande Rei ser único, sem rival a fulgurar sozinho em sua glória eterna na França. Ninguém nem mesmo um astro celeste deveria brilhar mais que ele.

Um dos maiores Cometas que a humanidade contemplou, foi certamente, o de 1680, que objetivou os cálculos de Newton. Foi observado durante 4 meses e muito próximo esteve da Terra.

Cometa Cheseaux de 1744 O aparecimento do cometa de 1744, Cheseaux, foi bastante imcomum devido a multiplicidade das caudas apresentadas por ele.

O terror do fim do mundo foi associado ao Cometa de 1773, quando houve pânico em toda a Europa, e até em Paris.

Com o correr dos tempos desvaneceu-se o pânico. O temor dos Cometas tomou outra direção, deixou de significar a cólera divina, e passou a ser discutido cientificamente. Contudo, principalmente pelas possibilidades de um encontro destes corpos celestes com a Terra, ninguém deixou de teme-los.

Contudo, toda esta história é apenas fruto do desconhecimento e desinformação, sabemos hoje que aparecimentos cometários, conjunções planetárias, chuvas de meteoros e outros fenômenos celestes não são os causadores das desditas humanas. Se analizarmos o descobrimento do recente cometa Petriew, decoberto em meados de 2001 veremos que ele jamais poderá ser associado ao ataque inglês/americano contra cidades do Oriente Médio, isso foi fruto apenas e tão somente dos ataques terroristas contra prédios americanos.

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